As chancelas da Unesco como alternativas de gestão para os patrimônios culturais e naturais da Serra do Espinhaço, Minas Gerais, Brasil

  • Solano de Souza Braga
  • Bernardo Machado Gontijo
  • Úrsula Ruchkys de Azevedo
  • Guilherme Augusto Pereira Malta
  • Marina Furtado Gonçalves

Resumo

Este artigo é resultado de uma reflexão sobre as possíveis formas de relacionar a gestão territorial em três dos municípios mineiros que receberam a chancela de Patrimônio Cultural da Humanidade pela United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO): Ouro Preto (título concedido em 1980), Congonhas, (título concedido em 1985) e Diamantina (título concedido em 1999). No contexto espacial da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço (RBSE), Ouro Preto e Congonhas estão também incluídos na proposta de criação do Geopark Quadrilátero Ferrífero, chancela concedida pelo mesmo organismo internacional. A partir do levantamento acerca dos mecanismos gestores da região da RBSE, propõe-se um sistema colaborativo entre os sítios culturais e naturais, no intuito de que esta gestão possa ser realizada de maneira mais integrada e eficiente, com o objetivo de dar mais visibilidade ao patrimônio histórico-cultural visando à conservação e o desenvolvimento da região.

Publicado
2017-10-18
Como Citar
BRAGA, Solano de Souza et al. As chancelas da Unesco como alternativas de gestão para os patrimônios culturais e naturais da Serra do Espinhaço, Minas Gerais, Brasil. Revista Espinhaço | UFVJM, [S.l.], p. 29-40, out. 2017. ISSN 2317-0611. Disponível em: <http://www.revistaespinhaco.com/index.php/journal/article/view/151>. Acesso em: 19 nov. 2017.
Seção
Artigos